PREVENÇÃO PORTUÁRIA INTELIGENTE · 10DOBRO PROD

A câmera que avisa antes.
O dado que aponta onde focar.

Visão computacional em tempo real sobre as câmeras que o porto já tem, e predição de risco treinada em 1,63 milhão de registros oficiais de acidente de trabalho.

O QUE É

Duas metades que se completam

Não são dois produtos colados — é um sistema só: a câmera previne agora, e cada detecção vira registro que afia a predição com o tempo.

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Visão computacional em tempo real

Usa a infraestrutura de câmeras já instalada no porto — sem hardware novo. Detecta pessoa dentro do raio de ação de equipamento pesado em manobra e comanda a parada antes do acidente. Detecta também EPI obrigatório ausente em zona de risco de queda ao mar. Sem reconhecimento facial: identifica presença na zona, não identidade.

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Predição de risco com dado real

Modelo estatístico treinado em registros oficiais de acidente (CAT/INSS), validado da forma correta: treinado num período e testado só com dado de período seguinte que nunca viu. O resultado é um placar de risco por função e situação — bússola de prioridade para fiscalização e treinamento, não bola de cristal.

COMO FUNCIONA

Do stream da câmera ao comando de parada

01

Ingestão do vídeo existente

Conexão via RTSP com as câmeras que o porto já opera. O vídeo é processado dentro da rede do porto — nenhuma imagem sai da operação.

02

Detecção contínua, análise sob demanda

Verificação simples e barata roda 24 horas por dia. A análise detalhada é acionada apenas diante de indício de risco — arquitetura em duas etapas que controla custo.

03

Regra geométrica sobre zona demarcada

A câmera monitora as zonas de risco que o porto já demarca fisicamente: raio de ação de equipamento em manobra, faixa de cais, linha de caminho seguro. Pessoa dentro da zona errada no momento errado dispara o ciclo de alerta.

04

Alerta ao operador e intertravamento

Notificação imediata ao operador do equipamento e registro no painel de supervisão. Na configuração com intertravamento, o equipamento recebe comando de parada automática — camada de proteção que não se distrai e não cansa.

PROVA, NÃO PROMESSA

Todo número tem fonte

Regra seguida em todo o projeto: número real ou nenhum. Nada abaixo foi simulado como se fosse fato.

1º / 18
Setor de maior risco do país
Transporte — inclui atividade portuária. AEAT 2024, Ministério da Previdência
AUC 0,81
Acerto na separação grave × leve
Validação temporal em dado que o modelo nunca viu. CAT/INSS
4,3×
Mais eficiente que o acaso
Priorizando os 10% de maior risco, captura-se 42,8% dos casos graves
1,63 mi
Registros oficiais na base
CAT/INSS, 24 meses limpos — meses com lançamento incompleto descartados
PRIORIZAÇÃO

Risco estimado por função

Onde concentrar treinamento e fiscalização primeiro, segundo o modelo — recorte portuário nacional.

Estimativa de gravidade condicional por função (Random Forest, AUC 0,81, validação temporal). Fonte: CAT/INSS — recorte portuário nacional, 24 meses. Amostra de óbito é pequena (19 casos) — números direcionais, tratados com cautela explícita.

HONESTIDADE METODOLÓGICA

O que a ferramenta faz — e o que não faz

Prioriza risco, não prevê o futuro

Não afirma que um acidente específico vai acontecer em dia e hora determinados. Aponta onde a atenção rende mais.

Não substitui o SESMT nem os procedimentos existentes

É camada de priorização e alerta antecipado. A decisão técnica continua com o time de segurança do porto.

Detecta geometria, não comportamento complexo

Zona de risco, presença, EPI visível. Detecção de uso de celular fica para versão futura, por confiabilidade insuficiente hoje.

Privacidade por desenho

Sem reconhecimento facial. O sistema identifica presença e condição na zona de risco — não identidade. Conformidade LGPD.

PRÓXIMO PASSO

Piloto proposto: começar por um corredor

Não o porto inteiro de uma vez. Um corredor de alto tráfego de equipamento pesado, escolhido junto com o time de segurança.

FASE 1

Câmera no corredor

Zona de alto tráfego de equipamento pesado, com demarcação já existente. Em paralelo: diagnóstico de risco com dado público nacional — sem precisar de dado interno ainda.

FASE 2

Histórico próprio

Cada detecção vira registro estruturado. Em 6 a 12 meses, o modelo passa a refletir o padrão daquela operação específica — mais preciso que a média nacional.

CRITÉRIO

Sucesso medido

Alertas gerados, tempo de resposta ao alerta e redução de incursão de pessoa em zona de equipamento em manobra.