Visa usou IA da Anthropic para caçar bugs na rede de pagamentos e abriu o código da ferramenta
Visa usa Mythos para caçar vulnerabilidades e libera ferramenta como open source
A Visa direcionou o modelo Mythos, da Anthropic (Claude), para a infraestrutura que processa bilhões de transações diárias em mais de 200 países. O objetivo: identificar fraquezas ocultas na pilha de pagamentos. O resultado foi uma cadeia de exploração funcional montada a partir de vulnerabilidades que antes só apareciam em testes de penetração avançados.
Impacto técnico e operacional
O modelo conseguiu conectar falhas aparentemente isoladas em diferentes camadas da rede, gerando exploits encadeados que simulam ataques reais. Tradicionalmente, esse tipo de descoberta demandaria semanas de trabalho manual de especialistas em segurança. Com o Mythos, o tempo caiu para horas. A Visa também open-sourcou o harness que possibilitou o experimento, permitindo que outras empresas repliquem a abordagem em seus próprios sistemas.
Leitura de negócio e crescimento
Para empresas que operam infraestrutura crítica, a automação de testes de segurança com IA representa redução direta de custos operacionais e aceleração do ciclo de lançamento de novos produtos. Em vez de esperar por auditorias trimestrais, times de engenharia podem executar varreduras contínuas e corrigir brechas antes que se tornem exploits reais. Isso melhora a retenção de clientes (confiança no serviço) e desbloqueia velocidade de crescimento sem comprometer segurança.
Posicionamento 10Dobro
Na 10Dobro, enxergamos a aplicação de modelos de IA em processos críticos como um salto de escala e automação. Seja em segurança, seja em produção audiovisual, o princípio é o mesmo: usar sistemas inteligentes para transformar gargalos manuais em fluxos autônomos e contínuos. A iniciativa da Visa mostra que o uso de IA não se limita a chatbots — ela está redefinindo como empresas operam, auditam e protegem seus ativos digitais em escala global.
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